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TEMPLO DE UMBANDA O CAMINHO É LUZ" Aonde houver a escuridão, haverá sempre a luz." |
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ATIVIDADES
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March 22 Ponto Pajé GuaracyJanuary 30 O que é a UmbandaFinalmnte entramos no mês de Maio, um mês tão especial, por muitos motivos, homenageamos as Mães, todas elas que nos colocaram nesse mundo, e se não fosse ela não estariamos aqui para cumprir com a nossa missão. Homegeamos também as Mãe (YA-MI), isso, a minha mãe de cabeça, Oxum, Yemajá, Iansã, sim todas elas são nossas mães (YA-MI), por isso desde já agradeço a DEUS por ter uma mãe que cuida de mim, me ampara e que me lava com suas Águas doces, para me livra das amarguras e decepção que esse mundo e pessoas nos oferece. Graças a Deus e tenho a senhora minha mãe.! Também é um mês muito importante por que festejamos a nossa tão esperada Festa de Pretos Velhos, esses bondosos, amorosos, sábios e pacificos espiritos de bondade. Eles foram os escravos humilhados, assoitados, maltratados e fujões. Que hoje vem em forma de velinhos, para nos ajudar e orientar nos momentos de aflições. Por isso no dia 13 de Maio festejamos o grito de liberdade, que os negrôs derão após saberem que estavam livres depois da lei Aurea, pois assim também agradeçemos a ela que a temos como nossa "negra inacia" que de sinhá virou um espirio para nos ajudar, obrigado. Agradeço em especial, ao meu querido Pai Joaquim das Almas, obrigado meu velhinho, por tudo que me deste, por tudo que me ensinas-te, por tudo que passas-te junto a mim, obrigado por me fazer o que sou hoje, obrigado por me mostrar tudo que tenho, e o verdadeiro valor da vida, vós sim é o meu velhinho...... Assim eu sei que nunca ficará longe de mim, e no momento que eu precisar de ti vós estará ao meu lado, me aconselhando, orientando e protejendo. Felis 13 de Maio a todos, Parabéns a todas as Mãmães, que tem seus filhos e os guardam igual á um troféu, parabéns a você que ainda vai ser mãe e que esse sentimento a cada dia mais amaduressa em seu coração e a cada dia ele cresça dentro de você e da semente que está dentro de você. OBIIGADO MEU DEUS, POR ME DAR ESSA LUZ CHAMANDA PAI JOQUIM DO CRUZEIRO DAS ALMAS!!!!!!!!!!!!!
____________________________________________________________________________________________ Pois é pessoal 2009 chegou e o Templo de Umbanda o Caminho é a Luz tem muito a agradecer a todos, que passaram por nossa casa e deixaram a sua simpátia e afeto tanto pelas entidades como por todos nós, lembra-mos sempre de todos com muito carinho em nossas orações, em nosso pedidos e pedimos a DEUS e aos Orixás que nesse anos de 2009 a realizações continuaem acontecendo pois o bom andamento da nossa casa é o reflexo de todos que por aqui passaram. Agradecemos também a todos os Guias Espirituais e Orixás que tanto nos conforta e ampara obrigado por tudo pelo crescimento, desenvolviemnto, conselhos, apredizados e principalmente a paciência de nos ouvir e tentar nos compreender nos momento de nossas dores! Obrigado Pai Joaquim, Seu Guaracy, Zé Baiano, Ponta de Lança, Seu Zé dos Bois, Tranca Rua das Almas a todos que participam de todoas as realizações acima citado...... E que venha 2009 com muita força, saúde, paz,harmônia e perceverânça! FELIZ 2009 COM MUITA ALEGRIA! AXÉ A TODOS Rogério Pinho História da Umbanda
Uma lição de vida! Seus Tranca Rua das Almas!
Na noite do dia 22 de Novembro de 2008, as 22:00 hs tivemos um grande ensinamento uma forma de refletir e pensar em nossas atitudes decisões para futura ações.
Seu Tranca Rua das Almas além de ser um guardião ele é um professor, suas palavras soaram como uma orquestra sinfônica em plena harmonia e um estado elevado de paz e amor, muitos pensam que Exú é o diabo, o comparam como se fosse realmente ele, mais não, Seu tranca Rua das Almas é um cavaleiro um guardião e aconselhador, consegue passar a palavra certa no momente mais complicado de nossas vidas, nós filho do templo temos a certeza que estamos bem acompanhado dele e sua falange, através de suas palavras nos fez pensar em nossa ações, no que plantamos no que queremos, e por algum motivo na sua visão espiitual está coberto de certeza por que terminamos sendo muito egoista de pensar-mos somente em "nossos umbigos",(palavras do meu velho) mais o que ele nos mostrou é o seguinte;
Agora uma coisa eu pergunto será que eu estou ficando doido? Mais não estamos falando de um Exú? O que muitos acreditam ser o Diabo? Será que a minha fé não me deixa ver isso? Não meus caros não é isso não, estou falando de Seu Tranca Rua da Almas, sim um Exú sim senhor, mais doutrinado do que muitos que vivem na carne mais do que muito que acham que vivem melhor o que ele, sim um senhor sábio eficiente e eloquente com seus conselhos. Muito obrigado meu velho, muito obrigado por mais um ano o senhor mais uma vez fechou com chave de ouro obrigado pelo 2008 e que venha o 2009 e que o Senhor já saia em nossa frente abrindo os nossos caminhos em todos os sentidos..... Que Orixalá te abençoe! Axé mojubá Tranca Rua das Almas. Laroiê.......................... UMBANDA é religião !
Se dentro da Umbanda conseguimos nos religar com Deus, conseguimos tirar o véu que cobre nossa ignorância da presença de Deus em nosso íntimo, então podemos chamar nossa fé de Religião. Como mais uma das formas de sentir Deus em nossa vida, a Umbanda cumpre a função religiosa se nos levar à reflexão sobre nossos atos, sobre a urgência de reformularmos nosso comportamento aproximando-o da prática do Amor de Deus. A Umbanda é uma religião lindíssima, e de grande fundamento, baseada no culto aos Orixás e seus servidores: Crianças, Caboclos, Preto-velhos e Exus. Estes grupos de espíritos estão na Umbanda "organizados" em linhas: Caboclos, Preto-velhos, Crianças e Exus. Cada uma delas com funções, características e formas de trabalhar bem específicas, mas todas subordinadas as forças da natureza que os regem, os ORIXÁS. Na verdade a Umbanda é bela exatamente pelo fato de ser mista como os brasileiros, por isso é uma religião totalmente brasileira. Mas, torna-se imperioso, antes de ocuparmo-nos da Anunciação da Umbanda no plano físico sob a forma de religião, expor sinteticamente um histórico sobre os precedentes religiosos e culturais que precipitaram o surgimento, na 1ª década do século XX, da mesma. Em 1500, quando os portugueses avistaram o que para eles eram as Índias, em realidade Brasil, ao desembarcarem depararam-se com uma terra de belezas deslumbrantes, e já habitada por nativos. Os lusitanos, por imaginarem estar nas Índias, denominaram a estes aborígines de índios. Os primeiros contatos entre os dois povos foram, na sua maioria, amistosos, pois os nativos identificaram-se com alguns símbolos que os estrangeiros apresentavam. Porém, o tempo e a convivência se encarregaram em mostrar aos habitantes de Pindorama (nome indígena do Brasil) que os homens brancos estavam ali por motivos pouco nobres. O relacionamento, até então pacífico, começa a se desmoronar como um castelo de areia. São inescrupulosamente escravizados e forçados a trabalhar na novel lavoura. Reagem, resistem, e muitos são ceifados de suas vidas em nome da liberdade. Mais tarde, o escravizador faz desembarcar na Bahia os primeiros negros escravos que, sob a égide do chicote, são despejados também na lavoura. Como os índios, sofreram toda espécie de castigos físicos e morais, e até a subtração da própria vida. Desta forma, índios e negros, unidos pela dor, pelo sofrimento e pela ânsia de liberdade, desencarnavam e encarnavam nas Terras de Santa Cruz. Ora laborando no plano astral, ora como encarnados, estes espíritos lutavam incessantemente para humanizar o coração do homem branco, e fazer com que seus irmãos de raça se livrassem do rancor, do ódio, e do sofrimento que lhes eram infligidos. Além disso, muitas das crianças índias e negras, eram mortas, quando meninas (por não servirem para o trabalho pesado), quando doentes, através de torturas quando aprontavam suas “artes” e com isso perturbavam algum senhor. Algumas crianças brancas, acabavam sendo mortas também, vítimas da revolta de alguns índios e negros. Juntando-se então os espíritos infantis, os dos negros e dos índios, acabaram formando o que hoje, chamamos de: Trilogia Carmática da Umbanda. Assim, hoje vemos esses espíritos trabalhando para reconduzir os algozes de outrora ao caminho de Deus. A igreja católica, preocupada com a expansão de seu domínio religioso, investiu covardemente para eliminar as religiosidades negra e índia. Muitas comitivas sacerdotais são enviadas, com o intuito "nobre" de "salvar" a alma dos nativos e dos africanos. A necessidade de preservar a cultura e a religiosidade, fez com que os negros associassem as imagens dos santos católicos aos seus Orixás, como forma de burlar a opressão religiosa sofrida naquela época, e assim continuar a praticar e difundir o culto as forças da natureza, a esta associação, deu-se o nome de "Sincretismo religioso". O candomblé iorubá, ou jeje-nagô, como costuma ser designado, congregou, desde o início, aspectos culturais originários de diferentes cidades iorubanas, originando-se aqui diferentes ritos, ou nações de candomblé, predominando em cada nação tradições da cidades ou região que acabou lhe emprestando o nome: queto, ijexá, efã. Esse candomblé baiano, que proliferou por todo o Brasil, tem sua contrapartida em Pernambuco, onde é denominado xangô, sendo a nação egba sua principal manifestação, e no Rio Grande do Sul, onde é chamado batuque, com sua nação oió-ijexá (Prandi, 1991). Outra variante ioruba, esta fortemente influenciada pela religião dos voduns daomeanos, é o tambor-de-mina nagô do Maranhão. Além dos candomblés iorubas, há os de origem banta, especialmente os denominados candomblés angola e congo, e aqueles de origem marcadamente fom, como o jeje-mahim baiano e o jeje-daomeano do tambor-de-mina maranhense.. Os anos sucedem-se. Em 1889 é assinada a "lei áurea". O quadro social dos ex-escravos é de total miséria. São abandonados à própria sorte, sem um programa governamental de inserção social. Na parte religiosa seus cultos são quase que direcionados ao mal, a vingança e a desgraça do homem branco, reflexo do período escravocrata. No campo astral, os espíritos que tinham tido encarnação como índios, caboclos (mamelucos), cafuzos e negros, não tinham campo de atuação nos agrupamentos religiosos existentes. O catolicismo, religião de predominância, repudiava a comunicação com os mortos, e o espiritismo (kardecismo) estava preocupado apenas em reverenciar e aceitar como nobres as comunicações de espíritos com o rótulo de "doutores". Os Senhores da Luz (Orixás), atentos ao cenário existente, por ordens diretas do Cristo Planetário (Jesus) estruturaram aquela que seria uma Corrente Astral aberta a todos os espíritos de boa vontade, que quisessem praticar a caridade, independentemente das origens terrenas de suas encarnações, e que pudessem dar um freio ao radicalismo religioso existente no Brasil. Começa a se plasmar, sob a forma de religião, a Corrente Astral de Umbanda, com sua hierarquia, bases, funções, atributos e finalidades. Enquanto isto, no plano terreno surge, no ano de 1904, o livro Religiões do Rio, elaborado por "João do Rio", pseudônimo de Paulo Barreto, membro emérito da Academia Brasileira de Letras. No livro, o autor faz um estudo sério e inequívoco das religiões e seitas existentes no Rio de Janeiro, àquela época, capital federal e centro socio-político-cultural do Brasil. O escritor, no intuito de levar ao conhecimento da sociedade os vários segmentos de religiosidade que se desenvolviam no então Distrito Federal, percorreu igrejas, templos, terreiros de bruxaria, macumbas cariocas, sinagogas, entrevistando pessoas e testemunhando fatos. Não obstante tal obra ter sido pautada em profunda pesquisa, em nenhuma página desta respeitosa edição cita-se o vocábulo Umbanda, pois tal terminologia era desconhecida. A formação histórica do Brasil incorporou a herança de três culturas : a africana, a indígena e a européia. Este processo foi marcado por violências de todo o tipo, particularmente do colonizador em relação aos demais. A perseguição se deveu a preconceitos e a crença da elite brasileira numa suposta alienação provocada por estes cultos nas classes populares. No início do século XX, o choque entre a cultura europeizada das elites e a cultura das classes populares urbanas, provocou o surgimento de duas tendências religiosas na cidade do Rio de Janeiro. Na elite branca e na classe média vigorava o catolicismo ; nos pobres das cidades (negros, brancos e mestiços) era grande a presença de rituais originários da África que, por força de sua natureza e das perseguições policiais, possuíam um caráter reservado. Na segunda metade deste século, os cultos de origem africana passaram a ser freqüentados por brancos e mulatos oriundos da classe média e algumas pessoas da própria elite. Isto contribuiu, sem dúvida, para o caráter aberto e legal que estes cultos vêm adquirindo nos últimos anos. Esta mistura de raças e culturas foi responsável por um forte sincretismo religioso, unificando mitologias a partir de semelhanças existentes entre santos católicos e orixás africanos, dando origem ao Umbandismo. Ao contrário do Candomblé, a Umbanda possui grande flexibilidade ritual e doutrinária, o que a torna capaz de adotar novos elementos. Assim o elemento negro trouxe o africanismo (nações); os índios trouxeram os elementos da pajelança; os europeus trouxeram o Cristianismo e o Kardecismo; e, posteriormente, os povos orientais acrescentaram um pouco de sua ritualística à Umbanda. Os seguidores da Umbanda verdadeira só praticam rituais de Magia Branca, ou seja, aqueles feitos para melhorar a vida de determinada pessoa, para praticar um bem, e nunca de prejudicar quem quer que seja. Os espíritos da Quimbanda (Exus) podem, no entanto, ser invocados para a prática do bem, contanto que isso seja feito sem que se tenha que dar presentes ou dinheiro ao médium que os recebe, pois o objetivo do verdadeiro médium é tão somente a prática da caridade.
Algumas casas de Umbanda homenageiam alguns Orixás do Candomblé, como por exemplo: Oxumarê, Ossãe, Logun-Edé. Mas os mesmos, na Umbanda, não incorporam e nem são orixás regentes de nenhum médium. Nós temos os nossos guias de trabalho e entre eles existe aquele que é o responsável pela nossa vida espiritual e por isso é chamado de guia chefe, normalmente é um caboclo, mas pode ser em alguns casos um preto-velho.
Aspectos Dominantes do Movimento Umbandista
1. Ritual, variando pela origem 2. Vestes, em geral brancas 3. Altar com imagens católicas, pretos velho, caboclos 4. Sessões espíritas, formando agrupamentos em pé, em salões ou terreiro 5. Desenvolvimento normal em corrente 6. Bases; africanismo, kardecismo, indianismo, catolicismo, orientalismo. 7. Serviço social constante nos terreiros 8. Finalidade de cura material e espiritual 9. Magia branca 10. Batiza, consagra e casa
Ritual
A Umbanda não tem, infelizmente, um órgão centralizador, que a nível nacional ou estadual, dite normas e conceitos sobre a religião ou possa coibir os abusos. Por isso cada terreiro segue um ritual próprio, ditado pelo guia chefe do terreiro, o que faz a diferenciação de ritual entre uma casa e outra. Entretanto, a base de todo terreiro tem que seguir o principio básico do bom senso, da honestidade e do desinteresse material, além de pregar, é claro, o ritual básico transmitido através dos anos pelos praticantes. O mais importante, seria que todos pudessem encontrar em suas diferenças de culto, o que seria o elo mais importante e a ele se unissem. Tal elo é a Caridade! Não importa se o atabaque toca, ou se o ritmo é de palmas, nem mesmo se não há som. O que importa é a honestidade e o amor com que nos entregamos a nossa religião. |
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